terça-feira, 7 de abril de 2015

Ponteiros

Edgar Duviver

Um mergulho vazio;
poeira apontando os ponteiros de tempo cheio;
que corria ao incerto, certo de casa.
Um só ponto (de vista)
Enciumando minhas vírgulas;
meus fracos anseios por tudo que é vago.
Tropeços e âmagos,
sabidos amantes da vida amada, 
que termina em tudo ou acaba em nada.

Tadeu Rodrigues
abr/15

4 comentários:

  1. Adorei. A poesia foi feita pra tela?

    Abraços

    Milena

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    Respostas
    1. Oi, Milena. Foi sim. Escrevi baseado na tela, que é belíssima.

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  2. Enciumando minhas vírgulas;
    meus fracos anseios por tudo que é vago.

    Como escreve algo lindo assim?

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