terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cárcere

Pintura de Maurício Takiguthi


Preso com as mesmas botas velhas de ontem.
Não pude mais comprar aquele relógio bonito.
Meu dinheiro acabou.
Restam-me as grades,
E delas meu afã heróico e imaginário.
Cela,
que te quero livre.

Tadeu Francisco
dez/11

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