terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ana crônica

"Mulher" - Di Cavalcanti
De manhã
era cama;
de tarde
era dor;
de noite
era Ana.

Coisa sem graça e rotineira.
Não estava na moda,
estava sem cor a semana inteira.
 
 
Tadeu Francisco
set/11

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