sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mania de Fingir

E nessa velha mania de fingir,
amarro a própria história.
Só ficam os nós.
Dão-se os nós.
Sós, os nós.
Treco estranho.
Dei-me um nó?
Só, desatei-me.

Tadeu Francisco
Jan/09

Um comentário:

  1. Num tempo qualquer, 25,
    como que nascido "do nada",
    o Universo já conspirava
    um encontro furtivo.
    Seria a promessa da revelação
    de minha amada?

    Antes porém, um projeto, um convite, interrogações.
    Ele, Ela, dúvidas pairam no ar.

    Encantos, sonhos em conflitos, (pausa)
    tudo ao mesmo tempo.
    “bebê, tudo ao seu tempo”.

    Um tempo “25”, não seria “um tempo qualquer”
    Não!!!
    25 lembra nascimento, lembra uma data Especial,
    Seria um Sinal?

    O primeiro dentre tantos?

    Uma estratégia,
    dois roteiros,
    um plano (A),
    dois planos (B, C)... táticas em Xeque.
    O universo que havia conspirado,
    teria se descuidado?
    Não!!!

    Opa!

    Um acordo.
    Dois olhares (duas cores),
    um encantamento,
    dois perfumes,
    um desejo,
    duas esperas,
    um momento,
    dois cheiros,
    um calor,
    um beijo(dois, três, “quatros”, “cincos”,...)

    A Lua Majestade encanta por encanto
    e desperta o brilho de um sol.

    Aqueles que se distavam entre
    o amanhecer e o anoitecer digital
    se fundem como um eclípse lunar
    e estrelas se oferecem como testemunhas.

    25,
    o primeiro,
    de tantos,
    tantos,
    tantos,
    ...

    Pai, rogo-lhe humildemente,
    convoque seus Anjos
    para protegerem esta pessoa tão ESPECIAL,
    e se possível, que a sombra de suas asas
    me encontre sempre por perto.

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