sexta-feira, 8 de outubro de 2010

As Ciências Criminais

Pegue um pouco de desespero. Pronto!
Junte com os sorrisos escorridos e uma lágrima; compõe-se vida.
O desespero é mais abundante que a água trêmula da nossa psique.
De cético ao nada, levado a esmo pelas intempestivas incongruências do cárcere.
Essa é a prisão dos problemas sociais.
Dos bandidos.
Do criminoso.
Do assassino.
Que insistimos em tratá-los como autores das nossas perturbações.
Ora, mundo, quem é capaz de atingir a perfeição neste espaço porco?
Quem é capaz de ser mais do que o tiro nessa pré-julgada sociedade?
Nesse pré-juízo da mídia?
Dos conceitos pré?
Não sejamos o ente comum do senso.


Tadeu Francisco
Out/07

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